Os desafios no combate ao tabagismo se intensificaram nos últimos anos com o surgimento de novos produtos de nicotina e tabaco, como os dispositivos eletrônicos. Esses itens são frequentemente ofertados a crianças e adolescentes pela indústria do tabaco.
Durante o ano de 2021, foram realizados mais de 711 mil atendimentos individuais por tabagismo. No primeiro trimestre de 2022, a prevalência do tabagismo foi maior entre jovens entre 25 e 34 anos e o uso experimental de narguilé e cigarro eletrônico foi relatado por 7,3% da população.
No Brasil, há um aumento significativo no uso de cigarros eletrônicos, e a idade média de experimentação entre os jovens é de 16 anos para ambos os sexos.
